Friday, November 30, 2007

Flávio Cruz- o madeirense que vingou no voleibol nacional!


Madeirense de nascença, Flávio Cruz é um dos vários casos de “filhos da terra” que veio para o continente desde muito cedo à procura de futuro.


Flávio começou a jogar voleibol aos catorze anos no Voleibol Clube do Funchal, entrando logo para os iniciados. No entanto, na Madeira, existe muita falta de praticantes de voleibol e, por já ter alguma altura, conseguiu um lugar na equipa sénior do Clube Sport Marítimo da segunda divisão. Começou a jogar aos poucos até que ganhou o seu espaço como central. Depois, por lesão do Hugo Gaspar, foi chamado à selecção de juniores que estagiava em Viana do Castelo, preparando-se para a Poule de Apuramento do Campeonato da Europa do mesmo escalão. Em 2002, com 19 anos, foi ao Campeonato do Mundo e mudou-se para o Vitória de Guimarães. A partir daí, depois de um ano no Vitória, foi um ano para Itália para jogar na A2 (divisão de honra italiana) e voltou novamente, depois de uma época, para o Guimarães. Este ano que passou, esteve outra vez em Itália, mas desta vez no Piacenza, da A1 (primeira divisão italiana), e agora, esta nova época, voltou outra vez para o Guimarães.

A passagem por Itália deu-se em dois momentos. O primeiro momento foi quando foi para uma equipa da A2, o Allegrini Bergamo. Foi um ano em que foram muitos portugueses para Itália. Era uma equipa que não tinha os objectivos muito elevados. Foi um ano muito difícil de adaptação, seja pela cultura ou pela língua, mas foi, acima de tudo, uma experiência que o ajudou muito a crescer como jogador e como pessoa. Ajudou-o a ganhar mais responsabilidades e conseguiu com isso consolidar um pouco mais o seu lugar na selecção nacional. No segundo momento, Flávio Cruz foi para uma equipa da A1, o Copra Berni Piacenza, que esteve a lutar pelo título de campeão italiano e pelo título dos Campeões Europeus, nomeadamente a Taça CEV. Apesar de não ter ido para esta equipa como titular, teve a oportunidade de entrar em quase todos os jogos. Jogar num nível assim tão elevado, como é o caso da A1 italiana, onde se encontram as melhores equipas e jogadores a nível mundial, e treinar com esses mesmos jogadores, permitiu-lhe ganhar alguma estabilidade e construir-se como jogador. Sente-se agora mais seguro disso.
Apesar de tudo, por muitas razões que não têm a ver com o voleibol, Flávio não quis ficar mais um ano em Itália, mesmo tendo no seu contrato mais um ano de opção . Considerou a hipótese de continuar, mas também há outras coisas além do voleibol. Tinha a minha família em Portugal, a namorada cá e o curso que pretende finalizar de uma vez. Mais importante do que o factor dinheiro, é uma pessoa sentir-se realizada, e foi mais importante sentir-se bem, estar próximo das pessoas que mais gosta e estar a fazer o que gosta.
Flávio crê que todos os jogadores que estão inseridos na selecção nacional são promessas. Ele próprio considera-se uma promessa porque não está ainda satisfeito por aquilo que deu. No entanto, sabe que se continuar a trabalhar pode alcançar os seus objectivos e crê que só será uma certeza quando for aos Jogos Olímpicos. A presença de um jogador nos Jogos Olímpicos é realmente a confirmação desse mesmo jogador.
A vinda de Flávio para o continente ocorreu em várias fases. A primeira fase tinha quinze anos, foi convocado a um estágio para a selecção nacional de cadetes. Numa segunda fase, tinha dezassete anos, foi chamado para um apuramento do Campeonato do Mundo. Numa última fase, com dezanove anos, foi chamado para a selecção de seniores e manteve-se lá desde então. Naturalmente, as dificuldades em deixar a sua terra natal foram várias. Foi obrigado a deixar o curso de Educação Física que frequentava na Madeira e teve que mudar de curso quando chegou ao continente. A maior dificuldade foi só passar a ver a família duas vezes por ano. O contacto que mantém actualmente com a família é sempre por telefone. A saudade é uma coisa que sempre sentiu, apesar de estar a fazer uma escolha que gosta. A saudade é uma coisa que hoje pesa e vai pesar sempre. As saudades são muito difíceis mas vão estar sempre presentes.
Para colmatar as saudades da família e amigos, Flávio Cruz contam com um grupo de companheiros e treinadores que o incentivam e apoiam. Considera que há sempre treinadores que marcam uma pessoa. A sua primeira treinadora, a professora Margarida Miguéis, marcou-o porque foi ela que o levou para o voleibol e fez com que alguém reparasse nele. Depois, existe o treinador Juan Diaz, que teve a capacidade de o formar como jogador e foi ele, também, que o projectou para Itália. Em termos de conhecimento, tem outro treinador, o professor Francisco dos Santos, que pelo facto de ter vivido o voleibol ao mais alto nível, transmitiu grandes conhecimentos. Em relação a colegas, o atleta mais exemplar no voleibol, seria o João José, capitão da selecção nacional. Quer em relação do próprio como jogador, quer como pessoa. Tem uma personalidade muito forte e incentiva o espírito de grupo. É o jogador que incentiva mais o espírito de grupo e que tem capacidade de nas alturas mais delicadas dar a volta ao jogo.
Em termo de conclusão, Flávio Cruz tem um objectivo imediato para este ano que é ser campeão nacional pelo Vitória de Guimarães. Não quer deixar o curso de parte, por isso tenta conciliar as coisas, mas neste momento o voleibol está assumir uma maior importância porque é o seu “ganha-pão”. Vai chegar a uma altura em que o curso vai passar para primeiro lugar, mas neste momento está mais concentrado no voleibol, na sua equipa e em ser campeão nacional.
Flávio Cruz tece ainda uma panorâmica do voleibol nacional.



Flávio Cruz e a paixão pelo voleibol






Flávio Cruz é jogador da equipa de voleibol do Vitória de Guimarães e representa a selecção nacional na Poule de Apuramento para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, a decorrer estes dias em Évora. Desde muito novo foi considerado uma promessa do voleibol nacional e hoje, aos 24 anos, apesar de ainda jovem, conta já com uma larga experiência na modalidade, ajudado pelo seus 1,94 metros de altura.Flávio Cruz, uma promessa do voleibol nacional.
Flávio considera que o voleibol não é obrigatoriamente um desporto para os mais altos. Por isso, temos o exemplo do Miguel Maia, no contexto do voleibol em si, não é um jogador muito alto, mas tem um grande poder de elevação e consegue saltar bem. Além disso, tem a facilidade de ser passador, não é um atacante, não precisa de tocar a bola muito alto, e no entanto, é considerado o melhor jogador do voleibol português. Também existe a posição de líbero, que não há a obrigatoriedade de ter uma altura mínima ou uma altura máxima. Havendo outras capacidades que são mais importantes, por exemplo, a capacidade de realizar gestos técnicos próximos da perfeição, no entanto, a altura é claramente um factor importante.
Comparativamente a anos anteriores, o nível do campeonato nacional é muito superior a anos anteriores. Seja por um ou outro jogador que tenha sido contratado, seja pela capacidade de organização que os directores de algumas equipas tiveram, em conseguir juntar jogadores que se completavam. No entanto, o campeonato está subdividido em dois ou três grupos. O grupo dos quatro primeiros está muito bem definido, com Vitória de Guimarães, Benfica, Sporting de Espinho e AJF Bastardo, dos Açores. Depois há uma quebra muito forte para as restantes equipas e volta a haver um certo equilíbrio para as equipas que vão lutar para não descer. Por isso, sendo um campeonato muito dividido, vai ser competitivo entre esses três grupos.
Segundo Flávio Cruz, em Portugal, só com os rendimentos do voleibol, não dá para viver. O panorama do emprego está cada vez mais complicado e os jogadores em Portugal, quando acabarem a carreira, não irão conseguir viver do dinheiro que ganharam com o voleibol. No máximo, um jogador ganha um ordenado à volta dos 3000 euros. Mas isso são os jogadores de top das melhores equipas.
Relativamente à selecção nacional de voleibol, o trabalho que tem sido feito tem abrangido a faixa etária dos vinte e quatro aos vinte e sete anos. No ano 2000 foi contratado um treinador cubano, o professor Juan Diaz, que veio implementar regras de treino altamente rígidas e de alta competição. O professor Juan manteve-se durante quatro anos e isso foi feito para aumentar e melhorar as condições técnicas e físicas dos jogadores e para alterar as perspectivas tácticas, havendo sempre uma evolução até este ano. A partir de 2004 houve uma introdução de treinadores brasileiros como o Francisco Santos e o actual que é o Jorge Schmidt. São treinadores muito experientes, já que o Brasil é o campeão mundial consecutivamente há oito anos, e trouxeram uma cultura voleibolista que o país não tinha e conseguiram enriquecer os nossos jogadores. Actualmente, fizemos uma boa campanha o ano passado na Liga Europeia, onde perdemos na final com a Espanha por 3-2. Este próximo ano vai ser um ano complicado, nomeadamente para conseguir alcançar os Jogos Olímpicos em Pequim, mas é esse o nosso objectivo. Tudo é possível.











Monday, July 16, 2007

YEFF! Young European Film Forum for cultural diversity!


Eu estive lá.

Foi das experiências mais marcantes que tive até hoje. Foi uma semana e meia de trabalho mas também de diversão, onde pude ter a oportunidade de conhecer e conviver com jovens de 11 paises diferentes da Europa. A troca de conhecimentos e de experiências foi marcante para mim e muito ficou ainda por dizer, fazer e aprender!

O Yeff 2007 teve início no passado dia 29 de Junho e terminou a 10 de Julho, realizando-se na cidade de Paris. Para quem não conhece o Yeff, é um encontro de jovens realizadores de cinema residentes em vários paises europeus e que concorrem ao Yeff a fim de mostrarem o seu trabalho. Os jovens concorrem através de associações do seu pais de origem ligadas à produção cinematográfica ou documental e que sejam parceiras da rede Yeff pela Europa.



A Ao Norte (Associação para a Produção e Animação Audiovisual), tem sede em Viana do Castelo e é uma das associações parceiras da rede Yeff na Europa e da qual eu próprio faço parte como membro da direcção. Foi através da Ao Norte que eu, em conjunto com mais duas parceiras de nome Carla Magalhães e Catarina Reis, realizamos o nosso pequeno documentário para apresentação no Yeff, denominado "O Homem de Aço", que retrata a vida de um emigrante que viajou para França em busca de melhores condições de vida para si e a sua familia mas que não conseguiu lá ficar. Também sob a alçada da Ao Norte e para apresentação conjunta no Yeff, Nuno Ribeiro e Luis Miguel Filgueiras realizaram um documentário também sob o tema da imigração mas com sujeitos diferentes. A intenção era retratar a posição daquelas pessoas que viveram a emigração mas sem nunca terem emigrado. É o caso das mulheres dos vários homens que emigraram, que ficaram na sua cidade natal a cuidar dos filhos. Nuno Ribeiro e Luis Miguel retrataram a história das próprias avós, num trabalho envolvente e emocionante.



O Yeff em França teve duas fases: Yeff nas regiões e Yeff em Paris. A primeira fase consistia num workshop numa cidade francesa, feito entre um grupo de jovens locais e um grupo de estrangeiros. O projecto consistia em fazer uma pequena produção em conjunto sob o tema "Diversidade Cultural". Nós, o grupo que representava Portugal, ficamos instalados numa pequena cidade nos arredores de Paris chamada Les Mureaux, que, por sinal, alberga uma grande comunidade portuguesa. Assim, trabalhamos em conjunto com portugueses e luso-descendentes para adiciconar a visão que faltava ao nosso documentário. A visão daqueles que emigraram e que por lá ficaram. Portanto, o documentário levado a cabo por nós e pelos franceses sobre a emigração compreende três visões diferentes: a visão daqueles que emigraram mas voltaram, a visão daqueles que emigram e lá ficaram e a visão daqueles que nunca tendo emigrado, viveram na pele a emigração. Foi um trabalho árduo de montagem em Les Mureaux.



O Yeff em Paris compreendeu apenas a amostragem dos filmes de todos os paises participantes, bem como workshops sobre as diversas áreas do cinema, desde o som à imagem. Não podia deixar de faltar neste encontro um passeio de barco pelo Rio Sena, levado a cabo pelo Yeff, onde todos os jovens puderam apreciar de uma forma diferente as paisagens e os bonitos locais históricos da cidade Luz.



Se tudo correr bem, a próxima edição do Yeff será em 2009 em Gotemburgo na Suécia, eu espero lá estar e representar novamente país neste importante encontro europeu.


Tuesday, May 15, 2007

Programa Polis desenvolve Viana do Castelo


Desde que se iniciou, a 5 de Junho de 2000, que o Programa Polis tem vindo a desenvolver a cidade de Viana do Castelo. Este Programa de Requalificação Urbana e de Valorização Ambiental das Cidades, assim chamado pelo governo do qual José Sócrates era Ministro do Ambiente, deveria ter terminado em finais de 2003, mas devido a incumprimento de prazos, o fim do Programa Polis em Viana ainda não é certo.

O objectivo do projecto na cidade vianense é ligar os 3 ecossistemas naturais (mar, rio e montanha) ao ecossistema cidade, entendido como o homem. Assim, tem uma intervenção de 157 hectares que se estende na frente ribeirinha desde o lugar da Argaçosa até ao Campo da Agonia e passando pelo próprio centro histórico. Isto vai permitir aumentar a frente acessível de rio em mais de 3km e aumentar o número de espaços verdes de 60 mil metros quadrados para 300 mil metros quadrados. Vão ser criadas novas centralidades e construídas infra-estruturas e equipamentos de qualidade de modo a recuperar o espaço público e trazer nova vida à cidade. Todos estes objectivos são para privilegiar os lugares em que os habitantes da cidade se identificam e os restantes, vindos de fora, identificam Viana do Castelo.

Para concretizar o Programa Polis, está em marcha o Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha e Campo d’Agonia, o Plano de Pormenor do Centro Histórico, o Plano do Parque da Cidade, a construção de uma nova Biblioteca Municipal, de um Pavilhão Multiusos e da nova Praça da Liberdade, tudo isto ligado por uma nova ciclovia e um anel viário de transportes ecológicos e parques de estacionamento.

O Plano da Frente Ribeirinha comporta a criação de novos espaços para construção de habitações e junta também a construção da nova Biblioteca Municipal, a Praça da Liberdade e o Pavilhão Multiusos. No Campo d’Agonia a intervenção será através da construção de um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para 400 viaturas e a total remodelação do espaço com vista a melhorar o seu aspecto, complementando isto com o facto de ali se realizar semanalmente a feira da cidade.

O Plano de Pormenor do Centro Histórico visa a remodelação dos espaços citadinos e ainda a construção ou reconstrução de habitações já existentes. Dentro deste plano insere-se a requalificação da Igreja das Almas e do seu espaço envolvente, a demolição do edifício Jardim, mais conhecido como prédio Coutinho, e nesse espaço construir o novo mercado municipal, com projecto aprovado recentemente pelo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico). A conclusão deste plano será com a criação de novos espaços verdes e a ligação da ciclovia e do anel viário.

Por último, o Plano do Parque da Cidade é tido como o mais importante na medida da requalificação do espaço. De um local pantanoso nascerá uma vasta área de 23 hectares de lazer e comunhão com a natureza. No entanto, a educação ambiental não foi posta de parte e para isso vai preceder-se à construção de um Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental nas imediações do parque urbano, para que a população possa conhecer a fauna e a flora existentes no parque.

Jorge Montez, um dos responsáveis pela execução do Programa Polis na cidade de Viana do Castelo afirma que “o impacto do Programa Polis na cidade de Viana do Castelo é neste momento extremamente vísivel. A cidade tem uma melhor qualidade de vida e as pessoas podem usufruir mais da cidade”. Assegura também que “ o Centro Histórico é hoje uma cidade moderna em termos de infra-estruturas e onde os carros se estão a ir embora, fruto quer do planeamento, quer da execução do Programa Polis”. Contudo, quando questionado sobre a necessidade destas mudanças, Jorge Montez responde que era evidente e necessária esta operação e acrescenta que Viana “é uma cidade com uma localização única, mas que não a aproveitava de uma maneira plena”. Sobre as alterações e os atrasos do projecto, pois de um prazo de três anos já lá vão sete, afirma que “ as alterações não foram significativas ao nível da execução do programa e a maioria das intervenções previstas foram cumpridas e Viana do Castelo é hoje uma cidade com melhor qualidade de vida”.


Monday, April 2, 2007

Digg!

O Digg é um website criado nos E.U.A. que contém links para notícias, podcasts e até vídeos. Nós,como usuário, podemos criar a nossa própria conta no Digg e publicar nós mesmos os links com as notícias de eleição, vídeos de interesse ou relacionados com as notícias e ainda difundir também os podcasts que queremos.
O Digg tornou-se um conceito característico da Web 2.0 devido às suas funcionalidades. Ficou também famoso porque engloba numa plataforma só um blog, os nossos "bookmarks", ou seja, os nossos favoritos, e "feed", que é uma lista de actualizações de conteúdo de um determinado site. No Digg, as nossas notícias são separadas em categorias como Tecnologia, Ciência, Mundo e Negócios, Entretenimento, Desporto e Jogos. A afluência ao Digg pode ser tão grande que as melhores notíciaspodem atingir mais de 1000 votos.

Japão desenvolve mísseis Patriot

Eu queria um Marcelo assim...



-Posso fazer um aborto?
-Pode!
-Mas isso não é ilegal?
-É!

Monday, March 19, 2007

Tagging

O Tagging, no fundo, é uma funcionalidade ou componente que surge com a WEB 2.0. As "Tags" (em português: etiquetas, marcadores), servem para catalogar os conteúdos publicados como imagens, textos, vídeos, etc. e organizá-los por temas por exemplo. A partir daqui, podemos partilhar os documentos com outros utilizadores, fazer com que estes tenham um acesso fácil aos mesmos através de uma pesquisa e facilitar a sua organização também durante a pesquisa. O Tagging disseminou-se por toda a Internet como forma de melhorar o serviço.

Sunday, March 18, 2007

WEB 2.0


O termo WEB 2.0 diz respeito a uma mudança operada na Internet e nos seus websites. Este termo foi usado, pelas primeiras vezes, em Outubro de 2004, numa jornada de conferências com o mesmo nome e destacado pela O'Reilly Media, propriedade de Tim O'Reilly, um dos criadores do nome WEB 2.0. Segundo Tim, "Web 2.0 é uma mudança para uma Internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência colectiva".

Descodificando as palavras do senhor O'Reilly, a ideia era criar um meio simples, mais rápido e fácil de usar a Internet, tudo isto através da interactividade com os utilizadores e das suas experiências como usuários. Começaram-se então a desenvolver novos softwares segundo estes princípios, de modo a que fiquem melhores quanto mais usados.

A WEB 2.0 remete para um uso da Internet semelhante ao qual nós usamos nos nossos programas pessoais, possiblitado por um conjunto de tecnologias informáticas. Estas tecnologias fazem com que os softwares sejam corrigidos e melhorados o tempo todo e, a novidade, é que o próprio utilizador participa neste processo, denunciando erros, dando sugestões e assim se pode usufruir plenamente desta nova plataforma.

No fundo, o que a WEB 2.0 possiblita, é que pessoas sem conhecimento nenhum de programação possam, através de ferramentas simples, publicar os eus conteúdos vários na rede de forma rápida e cosntante. Um dos exemplos que existem actualmente são os "blogs" ou os "fotoblogs", sítios na Internet, pessoais, e que cada um tem que gerir. Isto, tem como objectivo criar comunidades à volta destes serviços, facilitando também o relacionamento entre pessoas.

Monday, March 12, 2007


olá a todos :)


Post inaugural!

Este blog foi especialmente criado para a disciplina de Técnicas de Expressão Jornalística/Online.Espero que tenha sucesso...